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	<title>Isto Era</title>
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	<description>Entretenimento e Zumbis</description>
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		<title>Os Vingadores em 1952</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 00:08:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Já imaginou como seria Os Vingadores em 1952? Olhem que bacana ficou essa montagem! &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou como seria <em>Os Vingadores</em> em 1952? Olhem que bacana ficou essa montagem!</p>
<p><iframe width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/embed/-fCTokuOU_E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Os Vingadores</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 20:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[panda de ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um caso que nem consigo fazer muitos rodeios. Foram precisos dois filmes medianos (Thor e Capitão América) para a Marvel relembrar tudo que havia dado certo em Homem de Ferro e O Incrível Hulk, melhorar e multiplicar por sete. Contrariando todas as minhas expectativas, Os Vingadores é simplesmente sensacional. O melhor, mais ambicioso e bem <a href="http://www.istoera.com/2012/04/critica-os-vingadores/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/vingadores.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3915" title="vingadores" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/vingadores.jpg" alt="" width="474" height="700" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Este é um caso que nem consigo fazer muitos rodeios. Foram precisos dois filmes medianos (<em>Thor</em> e <em>Capitão América</em>) para a Marvel relembrar tudo que havia dado certo em <em>Homem de Ferro</em> e <em>O Incrível Hulk</em>, melhorar e multiplicar por sete. Contrariando todas as minhas expectativas, <em>Os Vingadores</em> é simplesmente sensacional. O melhor, mais ambicioso e bem sucedido projeto da &#8220;Casa das Ideias&#8221;.</p>
<p><span id="more-3914"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O vilão de<em> Thor</em> está de volta. Desta vez, Loki chega ao planeta Terra acompanhado de um exército alienígena com o único propósito de governar a raça humana. Como medida de defesa, Nick Fury convoca o grupo de super-heróis conhecido como os Vingadores. Em uma batalha emocionante na cidade de Nova Iorque, Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Viúva Negra, Gavião Arqueiro e o Hulk terão o destino da humanidade em suas mãos. Escrito e dirigido por Joss Whedon (de <em>Serenity</em>).</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista de roteiro,<em> Os Vingadores</em> já começa com uma vantagem. Por já conhecermos os personagens, o filme pula a parte das apresentações sem o menor constrangimento. Então desde o início, acompanhamos a formação do grupo e a dinâmica que se dará entre aquelas pessoas com egos inflados e acostumadas a trabalhar sozinhas. Formado o grupo, com muitas disputas e brigas entre os membros, aos poucos somos apresentados às reais ameaças dos planos do Loki. Tudo isso, escrito por Whedon de forma muito cuidadosa e estudada. Claro que não temos aqui um roteiro revolucionário ou futuro vencedor do Oscar, mas isso não exclui os méritos narrativos do texto, principalmente ao conseguir apresentar uma trama, desenvolvê-la e trabalhar nada menos que sete personagens com importâncias semelhantes, sem jamais soar apressado ou tedioso. Além disso, tem que se aplaudir a decisão do roteirista em não usar os &#8220;lugares-comuns&#8221; de filmes americanos, como conflitos românticos forçados ou momentos de dramalhão fora de tom. Afinal, quem tem tempo para essas bobagens quando o mundo precisa ser salvo? A lógica é simplista, mas não menos verdadeira para um filme de super-herói.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando em alguns momentos somos surpreendidos pela &#8220;canastrice&#8221; do universo Marvel, como os planos de dominar o mundo, exércitos intergaláticos e outros elementos pouco críveis (digamos assim), logo o filme nos transporta para seu mundo particular e somos levado pela sua história sem se quer questionar os absurdos que aparecem nas telas. Isso não deixa de ser um mérito, afinal por mais fantasioso que seja o universo dos super-heróis, a lógica interna é tão forte que o público aceita como algo, ao menos, verossímil.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse clima de fantasia e grandiloquência, Joss Whedon comanda as cenas de ação de forma magistral. Curiosamente, o clímax de <em>Os Vingadores</em> é bem semelhante ao de<em> Transformers 3</em>. Mas em todos os momentos que Michael Bay não parece ser capaz de estabelecer qualquer lógica visual, espacial ou narrativa, transformando as batalhas robóticas em meras masturbações mentais de um diretor medíocre, Whedon faz justamente o contrário e cria uma guerra coerente, fácil de entender e visualmente impecável. A própria estratégia dos heróis se mostra inteligente e estudada, desta forma a Viúva e o Capitão ficam no solo, o Gavião no topo bancando o &#8216;sniper&#8217;, Hulk e Thor no combate direto e o Homem de Ferro lutando no ar. Clímax digno da importância do filme e desde já um dos melhores já feito no gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, como não poderia deixar de ser, durante os créditos ganhamos uma ceninha extra de surpresa. A história dos Vingadores está só começando e desde já aguardo com ansiedade a próxima aventura. Espero ter a chance de ver este elenco junto novamente, Robert Downey Jr. é simplesmente um rei na pela de Tony Stark, e Mark Ruffalo não abre espaço para sentirmos saudades de Eric Bana ou Edward Norton, mesmo aparecendo tão pouco. Os momentos que envolvem os dois foram justamente os mais comemorados durante a exibição de ontem na sala IMAX aqui do Rio. Aliás, que saudade eu estava de ir ao cinema e ver o público vibrando. O travelling circular que revela o grupo, enfim, reunido foi uma explosão de gritos e aplausos difícil de esquecer. Nada menos do que o merecido para o filme de super-heróis dos sonhos. Viva a Marvel, viva <em>Os Vingadores</em> e viva o bom cinema!</p>
<p style="text-align: justify;">Filme certificado com o <span style="color: #daa520;"><strong>Prêmio Panda de Ouro.</strong></span></p>
<p> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/xy9Wntkb7KU" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Pré-Vingadores: Relembrando os filmes de super-heróis</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 05:03:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Os filmes de super-heróis não são mais uma novidade hoje em dia. Pelo contrário, são tão comuns que praticamente todo mês um novo filme chega aos cinema e outros três são anunciados. Mas mesmo assim não deixa de ser notável a estreia de Os Vingadores, o projeto mais ambicioso da história da Marvel e do <a href="http://www.istoera.com/2012/04/pre-vingadores-relembrando-filmes-herois/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/avengers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3908" title="avengers" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/avengers.jpg" alt="" width="600" height="294" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os filmes de super-heróis não são mais uma novidade hoje em dia. Pelo contrário, são tão comuns que praticamente todo mês um novo filme chega aos cinema e outros três são anunciados. Mas mesmo assim não deixa de ser notável a estreia de <em>Os Vingadores</em>, o projeto mais ambicioso da história da Marvel e do próprio gênero.</p>
<p style="text-align: justify;">O que começou na década de 40 como um delírio da televisão americana na forma dos seriados clássicos do Capitão Marvel e do Batman, se tornou a partir dos anos 2000 o carro chefe da maioria dos grandes estúdios de Hollywood. Desde 1978, com o <em>Superman</em> do Richard Donner e, posteriormente, os dois <em>Batmans</em> do Tim Burton, o gênero já vinha produzindo sucessos de bilheteria e crítica. Mas foi a partir do <em>X-Men</em> (2000), dirigido por Bryan Singer, que a indústria passou a olhar para os super-heróis com cifrão nos olhos.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/kn8PJ4AEhmY" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Desde então, diversas produções atingiram excelência técnica e artística de uma forma que jamais se poderia imaginar algumas décadas antes. <em>Homem-Aranha</em> 1 e 2, <em>Homem de Ferro</em>, <em>X-Men</em>, <em>Watchmen</em> e, por fim, os aclamados <em>Batmans</em> de Christopher Nolan são obras complexas e competentes o suficiente para figurarem entre os melhores filmes de seus respectivos anos. Não mais meros produtos de diversão, mas um gênero rico e diversificado, apesar das premissas semelhantes. É o entretenimento agindo a favor do bom cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos relembrar algumas obras do gênero?<span id="more-3905"></span></p>
<p> O <em>Superman</em> clássico.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/YtcUvrJCGao" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p>Trailer do primeiro grande filme de Super-Heróis.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/VveEJ84zIQM" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p>O icônico teaser do primeiro <em>Homem-Aranha</em>, proibido depois do 11/09.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/bjtXUULtH4E" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p>O <em>Capitão América</em> que nunca chegou aos cinemas.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/_kc4w3Ku0wY" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p>E claro, um dos primeiros teaser do grande <em>X-Men</em> de 2000. Até hoje um dos melhores!<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/5zS4b5GmJ4g" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Angry Video Game Nerd</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 17:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis o professor de todos nós, o cara que me ensinou mais sobre video-games do que qualquer outro. Para os que não conhecem, o Angry Video Game Nerd é este sujeito simpático que faz review de jogos ruins e antigos de uma forma engraçada e escatológica. Vamos relembrar os seus melhores momentos.   Vídeo mais <a href="http://www.istoera.com/2012/04/angry-video-game-nerd/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eis o professor de todos nós, o cara que me ensinou mais sobre video-games do que qualquer outro. Para os que não conhecem, o Angry Video Game Nerd é este sujeito simpático que faz review de jogos ruins e antigos de uma forma engraçada e escatológica. Vamos relembrar os seus melhores momentos.</p>
<p style="text-align: center;"> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/rvCCgPDcnvQ" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><span id="more-3902"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/F2bKVEVUOPg" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p style="text-align: center;">Vídeo mais lendário, do jogo mais &#8220;WTF?&#8221; que já existiu.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/DyaF_gCKWsI" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Titanic e seu legado na internet</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 18:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Titanic está de volta! Seja pelo 3D ou pelo futuro Blu-ray, os 100 anos do naufrágio não poderia ser melhor relembrado. Convenhamos que gostando ou não, a importância deste filme é inquestionável. Mais de 200 milhões de dólares para ser feito, pouquíssimo CGI, segunda maior bilheteria de todos os tempos e vencedor de 11 Oscars. <a href="http://www.istoera.com/2012/04/titanic-e-seu-legado-na-internet/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/titanic.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3897" title="titanic" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/04/titanic.jpg" alt="" width="600" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Titanic</em> está de volta! Seja pelo 3D ou pelo futuro Blu-ray, os 100 anos do naufrágio não poderia ser melhor relembrado. Convenhamos que gostando ou não, a importância deste filme é inquestionável. Mais de 200 milhões de dólares para ser feito, pouquíssimo CGI, segunda maior bilheteria de todos os tempos e vencedor de 11 Oscars. A verdade é que o filme de James Cameron entrou para a história. E como tudo que faz sucesso, logo virou alvo da internet . Confiram alguma das principais &#8220;homenagens&#8221; que surgiram desde seu lançamento.</p>
<p style="text-align: center;"> <iframe src="http://www.youtube.com/embed/vD4OnHCRd_4" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><br />
O famoso trailer falso do Titanic 2.<span id="more-3896"></span></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/dJxj1mou03M" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><br />
Titanic SUPER 3D.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6JLcJ5Mez1c" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><br />
Titanic refilmando em 1 minuto. (É tão estúpido que é engraçado)</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/OuSdU8tbcHY" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><br />
E claro, o clássico: Titanic em 5 segundos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Jsvj0TmBlO4" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe><br />
Tie-Tanic: Titanic + Star Wars. Não é grande coisa, mas tem umas partes legais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grandes filmes e seu tempo de maturação</title>
		<link>http://www.istoera.com/2012/03/grandes-filmes-e-seu-tempo-de-maturacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 19:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios Cinéfilos]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou para pensar num título para a coluna de hoje. Na falta de uma palavra melhor, escolhi &#8220;maturação&#8221; me referindo aos filmes que permanecem em nossas cabeças até muito tempo depois de serem vistos. Mais especificamente, aqueles que, quando menos esperamos, voltam ao nosso pensamento com uma sacada que não tivemos ao assisti-los. Normalmente eu <a href="http://www.istoera.com/2012/03/grandes-filmes-e-seu-tempo-de-maturacao/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/drooling-homer-simpson.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3892" title="drooling-homer-simpson" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/drooling-homer-simpson.jpg" alt="" width="279" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Demorou para pensar num título para a coluna de hoje. Na falta de uma palavra melhor, escolhi &#8220;maturação&#8221; me referindo aos filmes que permanecem em nossas cabeças até muito tempo depois de serem vistos. Mais especificamente, aqueles que, quando menos esperamos, voltam ao nosso pensamento com uma sacada que não tivemos ao assisti-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente eu adoro ir ao cinema em grupo. Não como um mero complemente ao passeio no shopping com os amigos, mas como uma oportunidade de assistir um filme e poder discuti-lo final da sessão. Esse momento, o de debater o que acabou de ser assistido, é de uma importância ímpar para a arte cinematográfica. Felizmente, neste sentido, tenho andado muito bem acompanhado, o que normalmente me proporciona ótimos debates pós-sessão. Mas convenhamos que por mais inspirados e longos que sejam os bate-papos sobre cinema, um filme é uma obra tão complexa e cheia de significados que grande parte dos detalhes passam despercebidos durante uma primeira reflexão. Talvez esse seja um dos fatores que diferencie os grandes filmes dos demais, o tempo que ele permanece conosco, nos surpreendendo e rendendo discussões.</p>
<p style="text-align: justify;">Trago este assunto à tona, por ser uma situação que vem se repetindo comigo recentemente. Esta semana durante o caminho para o trabalho, por algum motivo a última parte da franquia <em>Harry Potter</em> voltou aos meus pensamentos. Percebi, mais de 6 meses depois de assistir o filme, que apenas uma música da trilha sonora inteira possui um coro destacado. Enquanto a maioria das faixas apresentam melodias bombásticas ou melancólicas, a 1º delas (tem no YouTube o cd completo) usa o coro, simulando uma voz feminina, para trazer uma sensação de esperança. Reparem como os tons graves são quebrados pela voz feminina e a música se torna agradável e inspiradora (não por acaso é a mais usada e repetida durante o filme). Sabem qual é nome da faixa? Lily&#8217;s Theme. Pois é, o tema da mãe de Harry, a personagem que praticamente guia o coração do protagonista, que lhe dá esperança mesmo não estando presente. Assim como sua música faz conosco, de forma quase imperceptível.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/sfU_sC7m2cA" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Para não ficar em apenas um exemplo, cito outro de alguns meses atrás. Depois de perder as poucas sessões durante o Festival do Rio,  consegui assistir finalmente <em>Scott Pilgrim Contra o Mundo</em> através do Blu-ray americano lançado algumas semanas depois. Ao final, gostei do filme, achei divertido, mas nada de especial me despertou. Passado quase um mês, enquanto caminhava perto da faculdade, alguma coisa aconteceu. Tive a clara impressão que uma imensa barra de &#8220;loading&#8221; dentro de minha mente finalmente terminou de carregar e, enfim, percebi o quanto <em>Scott Pilgrim</em> era genial. Demorou para a montagem rápida e frenética fazer sentido, ou aceitar a lógica interna do universo do filme, que além de extremamente criativa consegue respeitar muito bem a si mesma. E não deixa de ser engraçado como a Academia, com seu colegiado extremamente envelhecido, não acolheu o projeto por trabalhar com uma linguagem própria dos video games, praticamente o símbolo das novas gerações.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/8NUBVcit5VM" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Mas não para por ai, poderia citar também: o final de <em>Lost</em>, rimas visuais de <em>Poderoso Chefão</em>, gags ocultas de humor negro em Dexter, sutilezas de<em> A Árvore da Vida</em> e tantos outros exemplos que precisaria de mais umas 10 colunas. Para não me alongar muito, acho que posso concluir por aqui. Ultimamente <em>A Rede Social</em> e <em>O Homem que Mudou o Jogo</em> andam muito na minha cabeça, o primeiro é normal afinal sou fã assumido do filme, já o segundo é uma surpresa. Apesar de ter gostado, não foi nada que tenha achado fantástico mas curiosamente me marcou de alguma forma. Talvez sejam os próximos a render uma nova epifania. Espero que aconteçam logo, confesso que espero com ansiedade cada uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">E vocês? Quais filmes ficaram nas suas cabeças?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Jogos Vorazes</title>
		<link>http://www.istoera.com/2012/03/critica-jogos-vorazes/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 19:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[panda de prata]]></category>

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		<description><![CDATA[Adaptar best-sellers &#8220;jovens&#8221; para o cinema é sempre uma missão complicada. Exemplos não faltam, tanto nos bem sucedidos (Senhor dos Anéis, Harry Potter, etc), quanto nos maus (Eragon, Crepúsculo, etc). Jogos Vorazes entra no primeiro time, em apenas 2 horas já se estabelece como uma franquia extremamente promissora. E isso não ocorre por acaso, a <a href="http://www.istoera.com/2012/03/critica-jogos-vorazes/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/jogosvorazes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3886" title="jogosvorazes" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/jogosvorazes.jpg" alt="" width="465" height="700" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Adaptar best-sellers &#8220;jovens&#8221; para o cinema é sempre uma missão complicada. Exemplos não faltam, tanto nos bem sucedidos (<em>Senhor dos Anéis, Harry Potter</em>, etc), quanto nos maus (<em>Eragon, Crepúsculo</em>, etc). <em>Jogos Vorazes</em> entra no primeiro time, em apenas 2 horas já se estabelece como uma franquia extremamente promissora. E isso não ocorre por acaso, a sacada dos produtores de convidar Gary Ross, do fabuloso <em>Pleasantville &#8211; A Vida em Preto e Branco</em>, para o cargo de direção é digna de aplausos. Embora não seja um filme excepcional, como explicarei logo abaixo, é uma grata surpresa e competente o suficiente para trazer novos fãs para os livros originais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma nação distópica chama Panem, depois de uma rebelião em que os 12 distritos mais pobres foram derrotados pela Capital, criou-se a competição denominada Jogos Vorazes. Nesta, 24 jovens &#8220;tributos&#8221; dos distritos perdedores se enfrentariam num duelo até a morte, aonde apenas um poderia sair vencedor. Durante o 74º ano da competição, a adolescente Katniss (Jennifer Lawrence) se oferece como tributo para livrar a irmã que havia sido sorteada. Em pouco tempo, a jovem competidora vai mudar a história dos jogos como ninguém havia feito antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho fantástica essa tentativa de flertar com assuntos tão comuns nas ficções científicas clássicas. A força do estado frente a uma população iludida, o entretenimento sem pensamento crítico, a idolatria pela violência, está tudo presente e aberto a várias interpretações. Alguns podem ver a crítica contra os reality shows, outros contra a manipulação do governo ou até mesmo uma reflexão sobre nossa passividade diante de tudo que ocorre ao nosso redor. O importante é que inevitavelmente algum pensamento se formará na cabeça do espectador, e quem sabe uma vontade de buscar outras obras semelhantes, o que por si só já é um mérito gigante do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção se aproveita do bom material que tem em mãos e, além do próprio Gary Ross, contrata um time de profissionais extremamente competente desde o fotógrafo Tom Stern (colaborador habitual de Clint Eastwood) e o compositor James Newton Howard (8 vezes indicado ao Oscar), até o ótimo elenco encabeçado pela fantástica Jennifer Lawrence. A protagonista, por sinal, é uma personagem feminina forte, marcante e inteligente, o que nem sempre se vê no cinema americano. Por este motivo, achei desrespeitosa e ofensiva a comparação que a própria distribuidora fez com a saga <em>Crepúsculo</em>. Enquanto a Bella é uma maníaca depressiva, passiva diante de tudo, com complexo de inferioridade e tendências simplesmente suicidas, a Katniss não hesita em arriscar a vida para defender seus amigos e sua irmã, luta pelo que acredita e, principalmente, respeita a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Com visual impecável, ótimo elenco e personagens fortes, faltou a <em>Jogos Vorazes</em> alguns cuidados cruciais no roteiro para se tornar um filme mais poderoso do que é. Se por um lado a relação de Katniss com a irmã e a mãe são bem desenvolvidas através de rápidas sutilezas, por outro, a repentina aproximação dela com a pequena Rue e com o Peeta soam enfraquecidas e sem motivo aparente. O filme não mostra por que a garotinha se apega à protagonista, nem como a própria começa a sentir alguma coisa pelo rapaz. Num momento quase o agride, depois flagra ele ajudando os inimigos a caçá-la (diga-se de passagem que cena capenga, &#8220;esperar ela sentir fome e descer da árvore&#8221; ao invés de atirar flechas até acertá-la), até que de repente está apaixonada. Não sei até que ponto o livro explica isso melhor, mas no filme ficou com cara de recurso dramático gratuito para manipular os espectadores, ironicamente a mesma coisa que o idealizador dos jogos gosta de fazer com seu público. E o que dizer do momento final da competição, quando o casal decide se sacrificar para não haver um vencedor? Ao invés dos organizadores se envergonharem publicamente gritando um &#8220;STOP&#8221;, por que não criar mais uma dúzia de monstros ou fenômenos naturais, como fizeram no resto do filme inteiro, até deixar apenas um competidor vivo?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o problema mais grave de<em> Jogos Vorazes</em>, em parte por culpa do próprio Gary Ross, é não decidir o tom certo para o filme. Durante os jogos inteiro o clima é quase de um &#8220;survival horror&#8221;, até que de repente vira um melodrama teen. Ou pior, quando ensaiam uma mensagem política, na revolta em um dos distritos, em menos de 5 minutos a cena é resolvida e o assunto não volta mais. E por fim, num momento o presidente da Capital dá a entender que a Katniss poderia se tornar um símbolo e deveria ser parada, o que indicaria uma possível conspiração contra ela, mas no final o programa acaba fazendo o contrário, manipulando a favor dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente, os méritos são maiores que esses descuidos e <em>Jogos Vorazes</em> termina como uma experiência empolgante, tensa e inteligente. Um projeto que exalta o talento de Jennifer Lawrence e revive a carreira de Gary Ross, que não dirigia nada há quase 10 anos. A continuação, com mesmo elenco e diretor, já está confirmada e deve conquistar mais fãs ainda num futuro próximo. Tem muita aventura pela frente e desde já estamos ansiosos. Se obras questionadoras e espertas como <em>Jogos Vorazes</em> se tornarem os novos fenômenos pop/teen, talvez seja o início de uma geração mais interessante que a anterior criada por vampiros cintilantes e personagens suicidas.</p>
<p>Filme certificado com o <span style="color: #888888;"><strong>Prêmio Panda de Prata.</strong></span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/qoUT7q2iTbQ" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Filmes, games e locadoras</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 05:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios Cinéfilos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para não me prender apenas aos filmes em cartaz no cinema através das críticas, decidi criar esta pseudo-coluna para falar de assuntos diversos sobre a 7º arte e seus derivados. Não sei se vou mantê-la com regularidade, mas vale a tentativa. Espero que gostem destes rápidos devaneios. Não sou crítico, apenas um cinéfilo com tempo <a href="http://www.istoera.com/2012/03/filmes-games-e-locadoras/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/locadora1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3881" title="locadora1" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/locadora1.jpg" alt="" width="600" height="388" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para não me prender apenas aos filmes em cartaz no cinema através das críticas, decidi criar esta pseudo-coluna para falar de assuntos diversos sobre a 7º arte e seus derivados. Não sei se vou mantê-la com regularidade, mas vale a tentativa. Espero que gostem destes rápidos devaneios. Não sou crítico, apenas um cinéfilo com tempo para escrever.</p>
<p style="text-align: justify;">Começou recentemente um serviço de streaming que revolucionou o mercado audiovisual nos Estados Unidos e, provavelmente, fará o mesmo no Brasil. O Netflix chega com a proposta de alcançar um meio termo entre as locadoras de vídeo e a pirataria, trazendo a &#8220;legalidade&#8221; da primeira e a facilidade de acesso da segunda. Por se tratar de uma novidade de um campo que tanto gosto, óbvio que decidi experimentar e mês passado fiz a assinatura teste. Para minha surpresa, usei o serviço durante o período gratuito apenas uma vez. Não que ele seja ruim, pelo contrário, funciona bem, carrega rápido e tem um acervo decente (algumas coisas tinham qualidade de imagem bem ruim, mas não duvido que corrijam isso com o tempo). Mas por algum motivo não senti a menor vontade de assistir nada, sem entender por que. Até que, por acaso, entrei numa locadora de filmes perto de minha casa e tudo se esclareceu.</p>
<p style="text-align: justify;">A internet pode facilitar nossa vida e, hoje, nem se quer somos mais capazes de viver sem ela. Mas convenhamos que ela tira um pouco o romantismo das coisas. No início da minha paixão por cinema, era nas locadoras que o dia começava. 10, 20, 30 minutos com uma listinha (feita previamente!) percorrendo as prateleiras de VHS&#8217;s e mais tarde de DVD&#8217;s, pegando e analisando cuidadosamente quais filmes seriam os escolhidos da semana. Alguns dias dedicados aos clássicos, outros aos estrangeiros e, por fim, aos blockbusters, sempre os mais fáceis de alugar devido as suas infinidades de cópias. Existia uma emoção naquilo, de chegar em casa com a sacola cheia de filmes e escolher qual seria a primeira vítima. E assim conheci Woody Allen, Orson Welles, Akira Kurosawa, Park Chan-wook, Clint Eastwood, Quentin Tarantino, Walter Salles, Martin Scorsese e, vejam só, até Ed Wood.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente as locadoras estão diminuindo, poucas são as sobreviventes que ainda resistem graças aos acervos grandiosos ou nichos de sócios fiéis. Espero que continuem sobrevivendo, afinal boa parte da cultura cinematográfica de muita gente se deve às escolhas dos filmes para assistir. Estas que eram feitas durante os minutos preciosos que passávamos olhando as abarrotadas prateleiras de caixinhas coloridas.</p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/locadora2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3882" title="locadora2" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/locadora2.jpg" alt="" width="626" height="324" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Correndo o risco de alongar muito o post, peço permissão para ir mais longe ainda. Quem viveu a infância e adolescência nas décadas de 80 ou 90, certamente se lembra de uma coisa ainda mais rara hoje em dia: as locadoras de games. Aquele tempo em que tínhamos que alugar e experimentar cuidadosamente os jogos antes de comprá-los. Ou pior, alugá-los repetidas vezes por não poder comprá-los. Malditos cartuchos que nunca estavam disponíveis! <em>The Legend of Zelda</em> com uma cópia só era sacanagem. Mas a espera valia a pena e quando aquele jogo aguardado chegava nas nossas mãos, o caminho para casa parecia mais longo, o botão de ligar do video-game parecia brilhar a distância e nada mais importava. O game seria seu pelo resto do fim de semana.</p>
<p style="text-align: justify;">E tudo isso começava na locadora. Minha geração provavelmente foi a última das gerações &#8220;analógicas&#8221;, digamos assim, que viu os melhores filmes e jogou os melhores jogos depois de cuidadosas curadorias dentro das locadoras. Locais repletos de um romantismo que, confesso, ser bem difícil explicar nos dias de hoje. Saudade do tempo em que um bom fim de semana começava com uma sacola de games numa mão e uma de filmes na outra.</p>
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		<title>10 coisas que você não sabia sobre: Trilogia Toy Story</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 02:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/titulo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3861" title="titulo" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/titulo.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3862" title="TS-trivia01" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia01.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3863" title="TS-trivia02" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia02.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3864" title="TS-trivia03" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia03.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3865" title="TS-trivia04" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia04.jpg" alt="" width="600" height="251" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3866" title="TS-trivia05" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia05.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3867" title="TS-trivia06" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia06.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3868" title="TS-trivia07" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia07.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3869" title="TS-trivia08" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia08.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3870" title="TS-trivia09" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia09.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3871" title="TS-trivia10" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/03/TS-trivia10.jpg" alt="" width="600" height="250" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vencedores do Oscar 2012 &#8211; Críticas e Comentários</title>
		<link>http://www.istoera.com/2012/02/indicados-ao-oscar-2012/</link>
		<comments>http://www.istoera.com/2012/02/indicados-ao-oscar-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 18:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.istoera.com/?p=3675</guid>
		<description><![CDATA[A corrida começou. Os indicados ao Oscar 2012 foram divulgados e muito em breve saberemos os favoritos da indústria em cada categoria. Este será o nosso post oficial da premiação, aonde vamos colocar todas as nossas críticas e comentários. Espero que curtam nos acompanhar nesta trajetória. Bons filmes para vocês! [Atualização 28/02] Por incrível que pareça, <a href="http://www.istoera.com/2012/02/indicados-ao-oscar-2012/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/01/Abertura.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3676" title="Abertura" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/01/Abertura.jpg" alt="" width="600" height="357" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A corrida começou. Os indicados ao Oscar 2012 foram divulgados e muito em breve saberemos os favoritos da indústria em cada categoria. Este será o nosso post oficial da premiação, aonde vamos colocar todas as nossas críticas e comentários. Espero que curtam nos acompanhar nesta trajetória. Bons filmes para vocês!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[Atualização 28/02]</strong> Por incrível que pareça, este ano passamos sem surpresas no Oscar. Cerimônia chatinha e completamente esperada. Agradeço a todos que frequentaram o blog nesse período e, em especial, os que participaram do Live Blog. Espero que tenham gostado, um bom ano de filmes para todos vocês! ;)<span id="more-3675"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>26/02:</strong> Pouco mais de um mês se passou e cá estamos prestes a começar o Oscar. Opinião geral? A lista de 2012 foi realmente fraca, mas<em> Hugo</em>, <em>A Árvore da Vida</em>, <em>O Artista</em> e <em>Meia-noite em Paris</em> salvaram o ano. <span style="text-decoration: underline;">E</span><span style="text-decoration: underline;">spero vocês no Live Blog do Oscar, aqui no Isto Era a partir de 21:45.</span> E já que teve um pessoal no twitter perguntando qual seria NOSSOS indicados, segue ai um exercício com os 10 melhores e mais importantes filmes do ano de acordo com minha opinião. Tentei melhorar os indicados verdadeiros, sem também exagerar muito a ponto de colocar <em>Tropa de Elite 2</em>, por exemplo. Não assisti <em>Drive</em>, nem <em>Sete Dias com Marilyn</em> ainda, então não tenho como opinar. A ausência completa de <em>Melancolia</em> talvez seja o maior crime da Academia este ano. E o <em>Harry Potter</em>, apesar de não achar nem o melhor capítulo da franquia (prefiro o anterior), merecia a indicação pela importância do filme para o cinema Hollywoodiano. <em>Harry Potter</em> é a franquia mais lucrativa da história do cinema e a única que conseguiu contar uma mesma história com o mesmo elenco durante uma década inteira. Gostando ou não, são fatos inegáveis. Comentem ai o que acharam!</p>
<p><strong>Melhor Filme para o Isto Era:</strong><br />
O Artista<br />
A Invenção de Hugo Cabret<br />
Meia-Noite em Paris<br />
A Árvore da Vida<br />
As Aventuras de Tintim<br />
O Espião que Sabia Demais<br />
A Separação<br />
Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres<br />
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2<br />
Melancolia</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>24/01:</strong> Ainda não estamos em condição avaliar todos os indicados, as estreias só acontecerão no decorrer do mês. Mas alguns pitacos não podem passar batido. Na categoria principal, as indicações de <em>Meia-Noite em Paris</em> e <em>A Árvore da Vida</em> são acontecimentos a se comemorar. Principalmente o segundo, que nada e ninguém poderia antecipar tal indicação. Confesso que só isso, já valeu o Oscar. Pena que nenhum dele deve ser o vencedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, as indicações a <em>Cavalo de Guerra</em> e <em>Histórias Cruzadas</em> são duas pequenas aberrações. São filmes ruins? Não, são até razoáveis, principalmente o segundo. Mas estão entre os melhores filmes do ano? <span style="text-decoration: underline;">Jamais.</span> No lugar desses dois tinha uma lista extensa de candidatos mais interessantes: <em>As Aventuras de Tintim, O Espião que Sabia Demais, Rango, Melancolia, Harry Potter 7.2, X-Men: Primeira Classe</em> e <em>Super 8</em>. Era só escolher.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas outras categorias, apenas algumas ressalvas preliminares. Acho lamentável que John Williams receba a indicação por <em>Cavalo de Guerra</em>, por um trilha tão fraca como aquela. Principalmente porque o compositor já tinha sido lembrado por <em>Tintim</em> (este sim, merecido!), e Alexandre Desplat, indicado ano passado, não podia ter ficado de fora. A trilha de <em>Harry Potter</em> é linda e complementa a ação, diferente das composições ilustrativas e redundantes de <em>Cavalo de Guerra</em>. Finalizando, na categoria animação: constrangedor indicarem <em>Kung Fu Panda 2</em> e<em> Gato de Botas</em>, no lugar de <em>Tintim</em>. Nada mais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>VENCEDORES</strong> (com link para as críticas disponíveis)<strong>:</strong></span></p>
<p><strong>Melhor Filme</strong><br />
<em><span style="color: #ff0000;"><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"><span style="color: #ff0000;"> O Artista</span></a></strong></span></em><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-os-descendentes/"> Os Descendentes</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-historias-cruzadas/"> Histórias Cruzadas</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> A Invenção de Hugo Cabret</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/06/critica-meia-noite-em-paris/">Meia-Noite em Paris</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> O Homem que Mudou o Jogo</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-arvore-da-vida/"> A Árvore da Vida</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-tao-forte-e-tao-perto/"> Tão forte e Tão perto</a></p>
<p><strong>Melhor Direção</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> Martin Scorsese por &#8220;A Invenção de Hugo Cabret&#8221;</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/06/critica-meia-noite-em-paris/">Woody Allen por &#8220;Meia-Noite em Paris&#8221;</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"><span style="color: #ff0000;"> Michel Hazanavicius por &#8220;O Artista&#8221;</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-os-descendentes/"> Alexander Payne por &#8220;Os Descendentes&#8221;</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-arvore-da-vida/"> Terrence Malick por &#8220;A Árvore da Vida&#8221;</a></p>
<p><strong>Melhor Ator</strong><br />
Demian Bichir por &#8220;A Better Life&#8221;<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-os-descendentes/"> George Clooney por &#8220;Os Descendentes&#8221;</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"><span style="color: #ff0000;"> Jean Dujardin por &#8220;O Artista&#8221;</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> Brad Pitt por &#8220;O Homem que Mudou o Jogo&#8221;</a><br />
Gary Oldman por “O Espião que Sabia Demais”</p>
<p><strong>Melhor Atriz</strong><br />
Glenn Close por &#8220;Albert Nobbs&#8221;<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-historias-cruzadas/"> Viola Davis por &#8220;Histórias Cruzadas&#8221;</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>Meryl Streep por &#8220;A Dama de Ferro&#8221;</strong></em></span><br />
Michelle Williams por &#8220;Sete Dias com Marilyn&#8221;<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"> Rooney Mara por &#8220;Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres&#8221;</a></p>
<p><strong>Melhor Ator Coadjuvante</strong><br />
Kenneth Branagh por &#8220;Sete Dias com Marilyn&#8221;<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> Jonah Hill por &#8220;O Homem que Mudou o Jogo&#8221;</a><br />
Nick Nolte por &#8220;Guerreiro&#8221;<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>Christopher Plummer por &#8220;Toda Forma de Amor&#8221;</strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-tao-forte-e-tao-perto/"> Max von Sydow por “Tão Forte e Tão Perto”</a></p>
<p><strong>Melhor Atriz Coadjuvante</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> Bérénice Bejo por &#8220;O Artista&#8221;</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-historias-cruzadas/"> Jessica Chastain por &#8220;Histórias Cruzadas&#8221;</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/09/critica-missao-madrinha-de-casamento/"> Melissa McCarthy por &#8220;Missão Madrinha de Casamento&#8221;</a><br />
Janet Mcteer por &#8220;Albert Nobbs&#8221;<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-historias-cruzadas/"><span style="color: #ff0000;"> Octavia Spencer por &#8220;Histórias Cruzadas&#8221;</span></a></strong></em></span></p>
<p><strong>Melhor Roteiro Original</strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2011/06/critica-meia-noite-em-paris/"><span style="color: #ff0000;">Meia-Noite em Paris (Woody Allen)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/09/critica-missao-madrinha-de-casamento/"> Missão Madrinha de Casamento (Annie Mumolo e Kristen Wiig)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> O Artista (Michel Hazavanicius)</a><br />
Margin Call &#8211; O Dia Antes do Fim (J.C. Chandor)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-separacao/"> A Separação (Asghar Farhadi)</a></p>
<p><strong>Melhor Roteiro Adaptado</strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-os-descendentes/"><span style="color: #ff0000;"> Os Descendentes (Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> A Invenção de Hugo Cabret (John Logan)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> O Homem que Mudou o Jogo (Steven Zaillian e Aaron Sorkin)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-tudo-pelo-poder/">Tudo pelo Poder (George Clooney, Grant Heslov, Beau Willimon)</a><br />
O Espião que Sabia Demais (Bridget O&#8217;Connor e Peter Straughan)</p>
<p><strong>Melhor Filme em Língua Estrangeira</strong><br />
Bullhead (Bélgica)<br />
Monsieur Lazhar (Canadá)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-separacao/"><span style="color: #ff0000;"> A Separação (Irã)</span></a></strong></em></span><br />
Footnote (Israel)<br />
In Darkness (Polônia)</p>
<p><strong>Melhor Animação em Longa-Metragem</strong><br />
Um Gato em Paris<br />
Chico e Rita<br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/06/critica-kung-fu-panda-2/">Kung Fu Panda 2</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/12/critica-gato-de-botas/">Gato de Botas</a><br />
<em><strong><span style="color: #ff0000;"><a href="http://www.istoera.com/2011/03/critica-rango/"><span style="color: #ff0000;">Rango</span></a></span></strong></em></p>
<p><strong>Melhor Direção de Arte</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> O Artista (design de produção: Laurence Bennett; decoração do set: Robert Gould)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/07/critica-harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-2/">Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 2 (design de produção: Stuart Craig; decoração do set: Stephenie McMillan)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"><span style="color: #ff0000;"> A Invenção de Hugo Cabret (design de produção: Dante Ferretti; decoração do set: Francesca Lo Schiavo)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/06/critica-meia-noite-em-paris/">Meia-Noite em Paris (design de produção: Anne Seibel; decoração do set: Hélène Dubreuil)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra (design de produção: Rick Carter; decoração do set: Lee Seales)</a></p>
<p><strong>Melhor Fotografia</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> O Artista (Guillaume Schiffman)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"> Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Jeff Cronenweth)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"><span style="color: #ff0000;"> A Invenção de Hugo Cabret (Robert Richardson)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-arvore-da-vida/"> A Árvore da Vida (Emmanuel Lubezki)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra (Janusz Kaminski)</a></p>
<p><strong>Melhor Figurino</strong><br />
Anonymous (Lisy Christl)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"><span style="color: #ff0000;"> O Artista (Mark Bridges)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> A Invenção de Hugo Cabret (Sey Powell)</a><br />
Jane Eyre (Michael O&#8217;Connor)<br />
W.E. (Arianne Phillips)</p>
<p><strong>Melhor Montagem</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> O Artista (Anne-Sophie Bion e Michel Hazanavicius)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-os-descendentes/"> Os Descendentes (Kevin Tent)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"><span style="color: #ff0000;"> Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Kirk Baxter e Angus Wall)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> A Invenção de Hugo Cabret (Thelma Schoonmaker)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> O Homem que Mudou o Jogo (Christopher Tellefsen)</a></p>
<p><strong>Melhor Maquiagem</strong><br />
Albert Nobbs (Martial Corneville, Lynn Johnston e Matthew W. Mungle)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/07/critica-harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-2/">Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 2 (Edouard F. Henriques, Gregory Funk e Yolea Toussieng)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>A Dama de Ferro (Mark Coulier e J. Roy Helle)</strong></em></span></p>
<p><strong>Melhor Trilha Sonora Original</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-as-aventuras-de-tintim/">As Aventuras de Tintim (John Williams)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"><span style="color: #ff0000;"> O Artista (Ludovic Bource)</span></a></strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> A Invenção de Hugo Cabret (Howard Shore)</a><br />
O Espião que Sabia Demais (Alberto Iglesias)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra (John Williams)</a></p>
<p><strong>Melhor Canção Original</strong><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>&#8220;Man or Muppet&#8221;, de &#8220;Os Muppets&#8221; &#8211; música e letra de Bret McKenzie</strong></em></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/04/critica-rio/">&#8220;Real in Rio&#8221;, de &#8220;Rio&#8221; &#8211; música de Sergio Mendes e Carlinhos Brown e letra de Siedah Garrett</a></p>
<p><strong>Melhor Edição de Som</strong><br />
Drive (Lon Bender e Victor Ray Ennis)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"> Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Ren Klyce)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"><span style="color: #ff0000;"> A Invenção de Hugo Cabret (Philip Stockton e Eugene Gearty)</span></a></strong></em></span><br />
Transformers: O Lado Oculto da Lua (Ethan Van der Ryn e Erik Aadahl)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra (Richard Hymns e Gary Rydstrom)</a></p>
<p><strong>Melhor Mixagem de Som</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-os-homens-que-nao-amavam-as-mulheres/"> Millennium &#8211; Os Homens que Não Amavam as Mulheres (David Parker, Michael Semanick, Ren Klyce e Bo Persson)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><strong><em><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"><span style="color: #ff0000;"> A Invenção de Hugo Cabret (Tom Fleischman e John Midgley)</span></a></em></strong></span><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-homem-que-mudou-o-jogo/"> O Homem que Mudou o Jogo (Deb Adair, Ron Bochar, Dave Giammarco e Ed Novick)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/07/critica-transformers-o-lado-oculto-da-lua/">Transformers: O Lado Oculto da Lua (Greg P. Russell, Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Peter J. Devlin)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/01/critica-cavalo-de-guerra/">Cavalo de Guerra (Gary Rydstrom, Andy Nelson, Tom Johnson e Stuart Wilson)</a></p>
<p><strong>Melhor Efeitos Visuais</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/07/critica-harry-potter-e-as-reliquias-da-morte-parte-2/">Harry Potter e as Relíquias da Morte &#8211; Parte 2 (Tim Burke, David Vickery, Greg Butler e John Richardson)</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong><a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"><span style="color: #ff0000;"> A Invenção de Hugo Cabret (Rob Legato, Joss Williams, Ben Grossman e Alex Hennemg)</span></a></strong></em></span><br />
Gigantes de Aço (Erik Nash, John Rosengrant, Dan Taylor e Swen Gillberg)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/09/critica-planeta-dos-macacos-a-origem/">Planeta dos Macacos: A Origem (Joe Letteri, Dan Lemmon, R. Christopher White e Daniel Barrett)</a><br />
<a href="http://www.istoera.com/2011/07/critica-transformers-o-lado-oculto-da-lua/">Transformers: O Lado Oculto da Lua (Scott Farrar, Scott Benza, Matthew Butler e John Frazier)</a></p>
<p><strong>Melhor Documentário, Longa-Metragem</strong><br />
Hell and Back Again (Danfung Dennis e Mike Lerner)<br />
If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front (Marshall Curry e Sam Cullman)<br />
Paradise Lost 3: Purgatory (Charles Ferguson e Audrey Marrs)<br />
Pina (Wim Wenders e Gian-Piero Ringel)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>Undefeated (TJ Martin, Dan Lindsay e Richard Middlemas)</strong></em></span></p>
<p><strong>Melhor Documentário, Curta-Metragem</strong><br />
The Barber of Birmemgham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement (Robem Fryday e Gail Dolgin)<br />
God Is the Bigger Elvis (Rebecca Cammisa e Julie Anderson)<br />
Incident in New Baghdad (James Spione)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>Saving Face (Daniel Junge e Sharmeen Obaid-Chemoy)</strong></em></span><br />
The Tsunami and the Cherry Blossom (Lucy Walker e Kira Carstensen)</p>
<p><strong>Melhor Animação em Curta-metragem</strong><br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/os-curtas-animados-do-oscar/"> Dimanche/Sunday (Patrick Doyon)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (William Joyce e Breon Oldenburg)</strong></em></span></a><br />
La Luna (Enrico Casarosa)<br />
A Morning Stroll (Grant Orchard e Sue Goffe)<br />
<a href="http://www.istoera.com/2012/02/os-curtas-animados-do-oscar/"> Wild Life (Amanda Forbis e Wendy Tilde)</a></p>
<p><strong>Melhor Curta-Metragem</strong><br />
Pentecost (Peter McDonald e Eimear O&#8217;Kane)<br />
Raju (Max Zähle e Stefan Gieren)<br />
<span style="color: #ff0000;"><em><strong>The Shore (Terry George e Oorlagh George)</strong></em></span><br />
Time Freak (Andrew Bowler e Gigi Causey)<br />
Tuba Atlantic (Hallvar Witzø)</p>
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