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	<title>Isto Era</title>
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	<description>Entretenimento e Zumbis</description>
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		<title>Live Blog do Oscar no Isto Era</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 19:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Não assista o Oscar sozinho! Venha debater com a gente! Já são dois anos fazendo Lives, sempre com muito debate e informação. Não percam! Domingo, dia 26/02, a partir de 21:45 aqui no Isto Era.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/LIVEoscar2012.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3825" title="LIVEoscar2012" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/LIVEoscar2012.jpg" alt="" width="600" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Não assista o Oscar sozinho! Venha debater com a gente! Já são dois anos fazendo Lives, sempre com muito debate e informação. Não percam! Domingo, dia 26/02, a partir de 21:45 aqui no Isto Era.</p>
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		<title>Os curtas animados do Oscar</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 17:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Adzywe9xeIU" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-3811"></span><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/OyTejCHJRk0" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/WtbkNCc0tj4" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Invenção de Hugo Cabret</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 19:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[panda de ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Martin Scorsese é realmente um cineasta fantástico. Mais de 40 anos de carreira e o sujeito ainda consegue surpreender a cada lançamento. Mesmo alguém que não conheça sua história, que inclui clássicos como Taxi Driver, Touro Indomável e Os Bons Companheiros, não tem como negar a importância para o cinema de um diretor que fez <a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-a-invencao-de-hugo-cabret/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo_nacional.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3806" title="hugo_nacional" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/hugo_nacional.jpg" alt="" width="472" height="700" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Martin Scorsese é realmente um cineasta fantástico. Mais de 40 anos de carreira e o sujeito ainda consegue surpreender a cada lançamento. Mesmo alguém que não conheça sua história, que inclui clássicos como <em>Taxi Driver</em>,<em> Touro Indomável</em> e <em>Os Bons Companheiros</em>, não tem como negar a importância para o cinema de um diretor que fez num período de 6 anos filmes como <em>Os Infiltrados</em>, <em>Shine a Light</em>, <em>Ilha do Medo</em>, <em>George Harrison</em> e, sua nova obra-prima, <em>A Invenção de Hugo Cabret</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Adaptado do livro de mesmo nome, <em>A Invenção de Hugo Cabret</em> conta a história de Hugo (Asa Butterfield), um órfão que vive sozinho na estação Gare du Nord em Paris. Seu trabalho é manter funcionando os relógios da estação, sem que ninguém note sua presença. Ao tentar roubar umas engrenagens de uma loja de brinquedos para consertar o boneco de seu falecido pai (Jude Law), descobre que o dono do local é o ilustre diretor Georges Méliès (Ben Kingsley). Junto com sua amiga Isabelle (Chloë Grace Moretz), o menino tenta ajudar Méliès a não esquecer de seu passado glorioso como cineasta.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que o maior erro de <em>Hugo</em> (título em inglês) é ter assumido a posição de filme infantil. Pela própria natureza do tema, o filme tem como público alvo um dos menores nichos possíveis: pessoas realmente apaixonadas por cinema. Não são as crianças ou transeuntes de um shopping que vão procurar e apreciar esta história. <em>Hugo Cabret</em> é uma obra para cinéfilos, os únicos que vão entender de verdade a importância das coisas mostradas no filme. A baixa bilheteria nos Estados Unidos está ai para provar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por este motivo, as tentativas de Scorsese e John Logan (roteirista) de se universalizar o tema tenham me incomodado tanto. Na esperança de fisgar o público infantil, a dupla quebra criminosamente a belíssima e poética sequência de abertura com uma perseguição deslocada e completamente sem sentido. A situação piora quando diretor e roteirista parecem achar uma boa ideia dar uma subtrama para cada coadjuvante da estação e colocá-los como os alívios cômicos, quando na verdade mais constrangem e incham o filme do que fazem rir. E como o protagonista é uma criança, adivinham aonde surge os famigerados conflitos românticos? Pois é. Não apenas um, mas dois conflitos criados, &#8220;desenvolvidos&#8221; e resolvidos paralelos ao que realmente importa no filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Dito isso, ignorando a aparição de tais personagens, a trama principal de <em>Hugo</em> é uma joia rara que felizmente chega ao mundo pelas mãos de Martin Scorsese. Com uma qualidade de produção impecável, o projeto já valeria a pena só pelo show visual que os artistas e técnicos do diretor conseguiram criar. Junto disso, o roteiro de John Logan estabelece personagens interessantes e complexos, que seguram o filme tanto nos momentos mais tristes quanto nos mais alegres. Claro, aqui me refiro ao quarteto principal, interpretados por Asa Butterfield (Hugo), Chloë Grace Moretz (Isabelle), Helen McCrory (Mama Jeanne) e Ben Kingsley (Georges Méliès).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o ponto mais marcante do projeto é certamente a forma doce e sincera que aborda o cinema e sua trajetória. Scorsese não hesita em inserir imagens dos primeiros filmes da história, apresentando ao público do século XXI um legado que muitas vezes é esquecido. A aparição de parte da filmografia recuperada de Méliès, além dos próprios bastidores de seus curtas, surge como um aviso da necessidade de se preservar o patrimônio de uma arte, que antigamente não se dava muita atenção, mas hoje, felizmente, é cada dia mais comum. Neste momento, quando vemos trechos de <em>Viagem à Lua</em> (1902) reproduzidos em três dimensões, não deixa de ser triste pensar que Méliès nunca teve oportunidade de trabalhar com o 3D. Certamente seria uma novidade apreciada por este diretor que fez tanto com tão pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando na tecnologia, <em>Hugo</em> está entre os melhores filmes que já usaram o 3D, junto com <em>Avatar</em> (2009) e <em>As Aventuras de Tintim</em> (2011). Martin Scorsese, em sua primeira tentativa em três dimensões, entendeu que o 3D não deve ser só uma distração e pode ser também linguagem. Desta forma o diretor realiza diversos momentos marcantes, como por exemplo a reprodução em três dimensões do trem do primeiro filme da história durante o sonho do protagonista. Além disso, os cenários grandiosos da estação contribuem para a técnica, fornecendo diversos elementos (pessoas, fumaças, objetos) que enriquecem o visual do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 11 indicações ao Oscar, todas merecidíssimas, <em>A Invenção de Hugo Cabret</em> é sem dúvidas um dos principais candidatos ao prêmio principal. Aliás, não tem como não reparar que <em>Meia-Noite em Paris</em>, <em>O Artista</em> e <em>Hugo</em>, os três grandes favoritos, tratem praticamente do mesmo assunto: a nostalgia na arte. No caso dos dois últimos, mas especificamente em relação ao cinema. Nem o próprio Oscar parece preocupado em esconder a necessidade de Hollywood em olhar para o passado, tamanha a crise que vem passando nos últimos anos. Particularmente não me incomoda, pelo contrário, sou fã deste tipo de filme. Declarações de amor ao cinema nunca é demais.</p>
<p>Filme certificado com o <span style="color: #daa520;"><strong>Prêmio Panda de Ouro.</strong></span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/wUhjhty2k9A" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Separação</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 01:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[panda de ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano foi tão fraco em Hollywood que a Academia teve que ir buscar lá no Irã o 5º roteiro para indicar ao Oscar. Ver A Separação concorrendo na mesma categoria que Missão Madrinha de Casamento é uma situação no mínimo constrangedora. Mas ignorando tais impulsos da Academia de exaltar a mediocridade (como o roteiro de Annie Mumolo <a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-separacao/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/separacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3798" title="separacao" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/separacao.jpg" alt="" width="473" height="700" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O ano foi tão fraco em Hollywood que a Academia teve que ir buscar lá no Irã o 5º roteiro para indicar ao Oscar. Ver <em>A Separação</em> concorrendo na mesma categoria que <em>Missão Madrinha de Casamento</em> é uma situação no mínimo constrangedora. Mas ignorando tais impulsos da Academia de exaltar a mediocridade (como o roteiro de Annie Mumolo e Kristen Wiig), não deixa de ser animadora a indicação deste fantástico e inteligente filme iraniano.</p>
<p style="text-align: justify;">Naader (Peyman Maadi) e Simin (Leila Hatami) são um casal a um passo de se divorciar. Depois que a mulher vai embora, Naader contrata Razieh (Sareh Bayat), uma empregada doméstica grávida para cuidar da casa e do seu pai que sofre de alzheimer. Um dia, por causa de uma emergência pessoal, Razieh deixa o idoso sozinho em casa sem cuidados. Quando o patrão descobre, ele empurra a empregada para fora da casa, o que resulta num acidente que ela alega ser a causa da perda de seu bebê. O filme se concentra nas disputas judiciais e familiares para tentar descobrir a verdade em torno do acidente (ou crime). Escrito e dirigido por Asghar Farhadi.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais fascinante de <em>A Separação</em> é jamais definir um vilão na história. No decorrer do filme somos apresentados a todos os fatos relacionados ao acidente em questão, o que nos estabelece como os verdadeiros juízes do caso. Ao mesmo tempo, vemos as mentiras e verdades em ambos os lados e os motivos que levam os personagens fazer o que fazem. Desta forma, eles se tornam figuras extremamente verossímeis, sem tender para o maniqueísmo ou situações forçadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tematicamente, entre as diversas questões que o filme levanta, a mais interessante é sem dúvida a que envolve os limites pessoais de cada personagem. Então, neste sentido, percebemos que Simin passa a jogar duro quando a situação começa a afetar a própria filha. O marido, Naader, encontra em sua integridade e orgulho toda a força que precisa, então não vê problema em reconhecer que exagerou na situação, embora jamais admita (corretamente) que cometeu um crime. E, igual à mulher, leva tudo ao extremo para defender o pai e a filha, e conseguir convencer esta última de sua inocência. Já Razieh, a acusadora, encontra seu limite na religião. Quando lhe é oferecida a oportunidade de ganhar a indenização que tanto precisava em troca de uma mentira religiosa (o simples juramento com a mão no Corão), a moça não hesita em prejudicar a família para não contrariar sua doutrina. Em resumo, Naader e Simin escolhem a família, Razieh escolhe Deus. E neste ponto, se evidencia toda a beleza do roteiro, uma vez que o filme não estabelece o certo ou errado. Apenas oferece visões de mundo distintas para cada um tirar suas conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando também com um time de atores excepcionais, o filme de Asghar Farhadi chega ao Oscar com bem menos do que merecia. Se os americanos se deram ao trabalho de apostar num texto iraniano entre os cinco indicados na categoria de roteiro original, podiam ter ousado um pouco mais e colocado o filme entre os nove do prêmio principal. No meio de uma lista com <em>Histórias Cruzadas</em>, <em>Cavalo de Guerra</em> e, até <em>Os Descendentes</em>, <em>A Separação</em> não seria apenas concorrente. Seria vencedor.</p>
<p>Filme certificado com o <span style="color: #daa520;"><strong>Prêmio Panda de Ouro.</strong></span></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Dlt6-aDWAVI" frameborder="0" width="600" height="335"></iframe></p>
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		<title>Curumin &#8211; Guerreiro</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 20:36:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 4 desse mês teve show do Criolo e do Curumin no Circo Voador e o pseudo blogueiro musical que vos fala estava presente. Me surpreendi com o show do Curumin, que, apesar de eu ter me dedicado consideravelmente a ouvir o álbum Japan Pop Show (2008) não conhecia muita coisa sobre a formação da <a href="http://www.istoera.com/2012/02/curumin-guerreiro/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 4 desse mês teve show do Criolo e do Curumin no Circo Voador e o pseudo blogueiro musical que vos fala estava presente. Me surpreendi com o show do Curumin, que, apesar de eu ter me dedicado consideravelmente a ouvir o álbum <em>Japan Pop Show (2008)</em> não conhecia muita coisa sobre a formação da banda e tal. Quando cheguei no show, fui surpreendio por 3 caras em cima do palco, um deles praticamente só tocando sampler e de vez em quando percussão, um baixista, que de vez em quando ia pro sampler também, e o tal do Curumin na voz, bateria e sampler. Não sei se vocês são assim, mas eu, apesar de curtir muito música eletrônica e suas possibilidades de experimentação, acho que show é show, quanto mais coisas &#8216;ao vivo&#8217; melhor. Fiquei um pouco decepcionado com aquilo, mas curti o repertório do show e fiquei no aguardo da atração principal da noite, o Criolo (ex-Doido) &#8211; que fez um showzaço, por sinal.</p>
<p>Quando cheguei em casa, resolvi escutar as coisas mais antigas do Curumin do primeiro álbum <em>Achados e Perdidos (2003)</em> e não é que me surpreendi de novo? Muita percussão, vários sintetizadores fazendo camadas por cima de cavacos e violões, enfim, a mistura que existe no segundo álbum, só que bem mais crua! E eu gostei muito dela dessa forma! Dá pra perceber bem os elementos contrastantes das influências diferentes se unindo ali, enfim, me conquistou logo nos primeiros acordes da primeira música, <em>Guerreiro,</em> que por acaso posto abaixo. E eu achando que o cara tava sendo elogiado por puro mimimi de cults-bacaninhas da música brasileira&#8230;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/motscEAOBwo" frameborder="0" width="578" height="433"></iframe></p>
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		<title>Potter&#8230; Rock?</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 15:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>#DubladoSemOpçãoNão!</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 01:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você compra ou aluga um DVD ou Blu-ray, é possível escolher se vai assistir ao conteúdo com áudio original e legendas ou dublado em português. É um recurso simples, democrático, acessível e independente da preferência pessoal do espectador. Infelizmente, o mesmo não ocorre na TV por assinatura brasileira. Desde 2007, diversos canais fechados passaram <a href="http://www.istoera.com/2012/02/dubladosemopcaonao/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Legenda já!" src="http://intrometendo.com/wp-content/uploads/2010/10/filmes-com-legenda.jpg" alt="" width="395" height="397" /></p>
<p>Quando você compra ou aluga um DVD ou Blu-ray, é possível escolher se vai assistir ao conteúdo com áudio original e legendas ou dublado em português. É um recurso simples, democrático, acessível e independente da preferência pessoal do espectador. Infelizmente, o mesmo não ocorre na TV por assinatura brasileira. Desde 2007, diversos canais fechados passaram a investir em conteúdo dublado (ignorando a parcela de assinantes com deficiência auditiva, diga-se), <strong>sobrepondo-o em cima do original legendado, muitas vezes da noite para o dia e sem conferir a opção de escolha</strong>. Poucos hoje oferecem legendas e a tendência por oferecer o áudio dublado por padrão hoje é dominante. Pautados em pesquisas de mercado como <a href="http://sedcmrj.locaweb.com.br/pesquisa/pesquisa_habitos_consumo_agosto2008.pdf">esta do Instituto DataFolha</a>, que indicam a preferência pela dublagem por uma relativa maioria (afinal, pouquíssimos são consultados), canais de TV investem na imposição da dublagem de atrações que costumavam ser exibidas com áudio original e legendas. <em>Você</em>, consumidor, foi consultado pela sua operadora sobre essas mudanças?</p>
<p><strong>Questão Técnica</strong></p>
<p>Assim como ocorre no exemplo do DVD ou Blu-ray, a maioria das operadoras de TV por assinatura estão tecnicamente preparadas para oferecer <strong>todas</strong> as opções para o assinante, <strong>seja para aquele que prefere assistir filmes e séries com áudio original e legendas, ou para os que preferem dublado</strong>. “T<em>ecnicamente disponibilizamos isso para todos, basta o programador mandar. Se os canais nos mandam a legenda e dois áudios, estamos prontos para oferecer as opções em 100% dos canais</em>”, declarou o gerente de marketing da NET, Alessando Maluf, em <a href="http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=85068">entrevista ao Jornal do Comércio</a>. Isso tanto é verdade que canais dos grupos Tele Cine e HBO, por exemplo, já disponibilizam todas as faixas para seus assinantes, que precisa apenas selecioná-los no controle remoto. Mas por que <em>esse</em>, então, não é o padrão?</p>
<p><strong>Questão Financeira</strong></p>
<p>Nem todos os canais estão dispostos a incorrer nos custos necessários para a implantação desta tecnologia. Alexandre Annenberg, presidente-executivo da ABTA disse que “<em>isso envolve custos adicionais que não são triviais, pois passa a ocupar faixas diferentes da capacidade de transmissão. Se você simultaneamente estiver transmitindo dois filmes, um dublado e um legendado, ocupa um espaço que tem um custo, obviamente</em>”. Ele ainda complementa que “<em>Na medida em que a TV por assinatura recentemente começou a receber uma marcha significativa de assinantes de classe C, percebemos que isso passou a ser uma exigência dessa classe que se sente, digamos assim, mais confortável com programação dublada. A partir daí, para atender a esse contingente expressivo, nós passamos a investir também na dublagem de filmes e séries</em>”. Vergonhoso com o assinante e com o consumidor.</p>
<p>É curioso notar, contudo, que de acordo com <a href="http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalNoticias.do?acao=carregaNoticia&amp;codigo=24534">dados da Anatel</a>, a TV por assinatura no Brasil teve um crescimento estrondoso, de mais de 30%, com uma base superior a 12 milhões de assinaturas. Ora, tamanho crescimento reflete diretamente no faturamento de canais e empresas, razão pela qual o argumento “falta dinheiro” é absolutamente refutável. Falta interesse e, principalmente, respeito com você assinante que paga caro para ter um produto incompleto e discriminatório. Por isso, o <strong>Ligado em Série</strong>, alinhado com a <a href="http://sociedadedosblogsdeseries.wordpress.com/" target="_blank">Sociedade dos Blogs de Séries</a> inicia aqui o movimento “<strong>DUBLADO SEM OPÇÃO, NÃO!</strong>”, pelo nosso direito de escolha de áudio original e legendas ou dublagem na TV paga.</p>
<p><strong>O Que Fazer?</strong></p>
<p>Nesta campanha, organizamos uma <a href="http://www.change.org/petitions/movimento-dubladosemopono" target="_blank">Petição Pública</a> para ser assinada por todos aqueles que querem ter a prerrogativa de escolha na hora de assistir TV. As assinaturas serão coletadas pelos organizadores do movimento, impressas e encaminhadas anexadas a <strong>ofícios impressos</strong> dirigidos às principais operadoras de TV, aos canais infratores e à ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura, que representa o <em>lobby</em> dos principais canais.</p>
<p>Mas você também pode se fazer ouvir. <strong>Abaixo estão listados todos os canais de filmes e séries que não disponibilizam a opção ao seu assinante, bem como seus principais meios de comunicação em redes sociais para fazermos barulho</strong>! Mandem mensagens no Facebook, <em>twittem</em> e exijam que a opção de áudio seja disponibilizada a todos! Siga também os perfis dos blogs parceiros, que organizarão manifestações online à favor do direito de escolha! Nós não vamos cansar até modificar este panorama! Ajude, compartilhe a petição e faça-se ouvir!</p>
<p>Para assinar? Cliquei <strong><a href="http://www.change.org/petitions/movimento-dubladosemopono" target="_blank">AQUI!</a></strong></p>
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		<title>Crítica: O Artista</title>
		<link>http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Cabanas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[panda de ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Francês, mudo e preto e branco&#8221;. Tipo de filme destinado a não ser visto por ninguém no Brasil. Portanto, nada estranho a sala praticamente vazia durante uma sexta à noite. Mas diferente do que o público possa pensar, O Artista não é chato, desagradável ou inacessível. Pelo contrário, é um belíssimo e divertido filme, comandado <a href="http://www.istoera.com/2012/02/critica-o-artista/"> read more <span class="meta-nav">&#187;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/oartista.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3758" title="oartista" src="http://www.istoera.com/wp-content/uploads/2012/02/oartista.jpg" alt="" width="476" height="700" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Francês, mudo e preto e branco&#8221;. Tipo de filme destinado a não ser visto por ninguém no Brasil. Portanto, nada estranho a sala praticamente vazia durante uma sexta à noite. Mas diferente do que o público possa pensar, <em>O Artista</em> não é chato, desagradável ou inacessível. Pelo contrário, é um belíssimo e divertido filme, comandado por duas grandes atuações e dono de uma doçura indescritível com a arte que representa: o cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Escrito e dirigido por Michel Hazanavicius, <em>O Artista</em> surge como uma sutil mistura entre <em>Cantando na Chuva</em> (1952) e <em>Nasce uma Estrela</em> (1954). Quando os filmes falados caem no gosto do público, o astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin) se vê estagnado em sua própria carreira e, aos poucos, vai perdendo todo o prestígio dentro da indústria. Ao mesmo tempo, a figurante Peppy Miller (Bérénice Bejo) lançada pelo ator ao estrelato, conquista fama e fortuna na nova era dos &#8220;talkies&#8221;. Mas a moça motivada pela paixão e gratidão ao homem que a ajudou tenta usar sua influência para recuperar a carreira do ator.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca viu um filme mudo na vida pode realmente se assustar com<em> O Artista</em>, mas os que já tiveram um mínimo contato com o &#8220;gênero&#8221; certamente vão se acostumar rapidamente com as atuações exaltadas e as cartelas com diálogos, da mesma forma que hoje se acostumaram com o 3D. O cinema silencioso e sem cores não é uma arte menor ou menos importante, isso que o filme tenta mostrar. Hollywood por muito tempo pensou isso, desta forma centenas de artistas e técnicos do cinema pré-<em>O Cantor de Jazz</em> (primeiro longa-metragem falado da história) foram jogados fora e esquecidos pela indústria. A desvalorização com o próprio legado, pelo simples argumento de não se gerar mais dinheiro, afundou inclusive grandes astros da época, como o filme mostra no protagonista George Valentin.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas apesar desta crítica feroz (e correta), <em>O Artista</em> se mostra mais preocupado em discutir com nostalgia e doçura o passado da 7º arte. Portanto, não tem como não se emocionar com as imagens das platéias de antigamente, muito mais participativas e envolvidas com os filmes do que hoje em dia, ou com a própria natureza do cinema mudo, obrigado por suas limitações técnicas a contar histórias de forma completamente visual. Os ganhos em tecnologia, num certo sentido, representaram grandes perdas artísticas, de forma que hoje é preferível dar informações por diálogos expositivos, do que através de imagens como a concepção primária da arte cinematográfica parecia indicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre diversos momentos memoráveis no filme (como o sonho sonoro do protagonista), acho que o mais brilhante é a sequência em que o cachorrinho salva a vida de George ao tentar avisar um policial do perigo que o dono estava passando. E aqui, peço licença para citar a reflexão perfeita de meu amigo Arthur Koester, estudante de cinema, que enriqueceu muito o filme para mim e espero que faça o mesmo para vocês. Reparem no significado do protagonista ser salvo pelo cachorro, uma criatura que não fala. Ao se encontrarem, o policial, mesmo diante da agitação do bichinho, não dá a menor importância para ele. É como se a falta da fala o tornasse sem nada para dizer. Só depois da recomendação de uma velhinha (representação do público de outros tempos), o policial aceita correr atrás do cachorrinho e encontrar o protagonista em perigo. É como se de tempos em tempos tivéssemos que ser lembrados da importância dos filmes mudos e do quanto eles tem pra contar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, não posso deixar de destacar o trabalho da dupla principal: Jean Dujardin (provável vencedor do Oscar) e Bérénice Bejo, ambos com um trabalho corporal fantástico. As caretas e movimentos exaltados dos atores mostra um estudo meticuloso das atuações características do cinema mudo. A coreografia dos dois também desempenha um papel muito importante, afinal é o elemento que amarra as pontas da relação do casal. George se encanta por Peppy ao vê-la dançar e tem sua carreira salva pela amada através da dança. E reparem na ideia da moça. Como salvar um ator que não consegue falar? Através de um musical.</p>
<p style="text-align: justify;">Aplausos e gritos silenciosos para <em>O Artista</em>.</p>
<p>Filme certificado com o <span style="color: #daa520;"><strong>Prêmio Panda de Ouro.</strong></span></p>
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		<title>Ilê Aiyê e Criolo &#8211; Ilê Aiyê</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[bloco]]></category>
		<category><![CDATA[criolo]]></category>
		<category><![CDATA[criolo doido]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<description><![CDATA[A Petrobrás lançou um projeto chamado &#8216;Que Bloco é Esse?&#8217; que pretende produzir encontros entre tradicionais blocos afro com artistas populares contemporâneos. Para a estréia desse projeto uma superprodução unindo o primeiro bloco afro da bahia, o Ilê Aiyê, com o rapper paulistano Criolo, em um clipe sensacional. Assistam o vídeo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobrás lançou <a href="http://www.petrobras.com.br/queblocoeesse">um projeto</a> chamado <em>&#8216;Que Bloco é Esse?&#8217;</em> que pretende produzir encontros entre tradicionais blocos afro com artistas populares contemporâneos. Para a estréia desse projeto uma superprodução unindo o primeiro bloco afro da bahia, o Ilê Aiyê, com o rapper paulistano Criolo, em um clipe sensacional. Assistam o vídeo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/at0dpAA6dmk" frameborder="0" width="607" height="342"></iframe></p>
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		<title>Noel Responde</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 17:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna do Leitor]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tiago Lenartovicz, nosso leitor, fez um vídeo (futura web série?) sobre o Papai Noel. Misturando humor e fantoches, você pode conferir o resultado aqui embaixo! Divirtam-se! Atenção: não veja perto das crianças. Sério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Tiago Lenartovicz, nosso leitor, fez um vídeo (futura web série?) sobre o Papai Noel.</p>
<p>Misturando humor e fantoches, você pode conferir o resultado aqui embaixo! Divirtam-se!</p>
<p>Atenção: não veja perto das crianças. Sério.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/KCRmItCeNAA" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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